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13 de Maio de 2009, às 20:10
Escrito por: Prof. Rosângelo

 


 


 


 


 


 


Os feixes entrelaçados pretendem figurar um Rizoma, isto é, um sistema que, por analogia com um tubérculo em filamentos, representaria que o Direito é um sistema sem centro, multifacetado, pluralista, virtual, enfim, livre ao jogo de criação do intérprete. (ver os filósofos: Deleuze e Guattari).  O sistema jurídico, por ser aberto e por possuir infinitos lugares que se entrelaçam, aceita e reconhece  como legitimas quaisquer entradas. Não há ponto inicial privilegiado, pode-se entrar para conhecê-lo por qualquer reentrância,  qualquer intervalo, qualquer autor, qualquer obra, qualquer norma. No conhecer o Direito não há centro ou verdade absoluta, há, sim, a liberdade que cria e, principalmente, nos educa. A pintura, por sua vez, procura trazer à cena a necessidade do intérprete do Direito fazer uso da imaginação como faculdade humana a serviço do justo. A imaginação pode servir para suavizar a dureza da pura razão, da razão instrumental que funcionalisa todas as coisas, que tira do Direito a perspectiva do belo e do humano. A imaginação  entra no Direito por meio da Literatura, do Cinema e das artes, pondo o lúdico dentro do jurídico a nos advertir que imaginando novos cenários para o viver, podemos sonhar com um mundo em que a justiça seja plena, e que o Direito seja mais efetivo, seja na tela, seja, principalmente,  para além da tela.


 

18 de Maio de 2009, às 00:14
De: Thiago - thiagoo_123@hotmail.com
Concrodo que realmente o Direito expõe de diversas maneiras a sua acessabilidade e como interfere na vivência de um ser.

Algo que realmente encanta e conduz em se apaixonar pelo Direito, em sempre buscar formas inteligentes para para que a Justiça triunfe.


Mas o meu desejo não é só apenas sonhar com cenários, implantados pela literatura, pelo cinema e por outros meios, é algo que vai mais além disso, é colocar em prática tudo que há de mais belo que o Direito possa oferecer, com eficácia e de tamanha excelência, o que infelizmente em alguns casos, não vem acontecendo.

É uma pena !

Felicitações e um grande abraço ao senhor professor Rosângelo.

17 de Maio de 2009, às 01:07
De: Lélio Braga Calhau, Promotor de Justiça, - leliocalhau@mp.mg.gov.br
Gostei muito do símbolo. E nossa idéia de debater "As duas faces do crime"? Um abraço, lélio
Observatório da Criminologia www.novacri

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